Os primeiros 30 dias da Lia em cobranças
Como um parceiro de design de utilities ibérico recuperou 184 mil € em 60 dias sem uma nova contratação.
O problema
O nosso parceiro de design é uma utility ibérica de dimensão média com uma longa cauda de faturas em atraso no bucket 30–90 dias. Grande o suficiente para magoar o fluxo de caixa, pequena o suficiente para a equipa interna ter deixado de as perseguir.
A agência que usavam cobrava 18% de comissão e recuperava cerca de um terço do que tocava. A conta fechava, mas por pouco.
O primeiro mês da Lia
A Lia ligou a 2 140 contas em trinta dias. Negociou planos de pagamento em 612, aceitou pagamentos com cartão ao vivo em 188 e escalou 94 para revisão de dificuldade por um humano. 184 mil € recuperados nos primeiros 60 dias, numa carteira de 620 mil €.
A taxa de recuperação superou a agência em 9 pontos e o custo unitário foi um quarto do que pagavam. O CFO já pediu para a expandirmos ao bucket 90+.
O tom importa mais que os guiões
A maior descoberta não foi o guião — foi a voz. Quem está em atraso está ansioso. A Lia é calma, paciente e nunca escala de forma agressiva. Nas surveys pós-chamada, os clientes disseram que foi a primeira vez que uma chamada de cobranças não lhes estragou a tarde.
É a parte do trabalho mais difícil de contratar em escala — e a parte que a Lia faz igual na chamada 2 140 e na primeira.
